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Calculadora de financiamento

Calculadora de financiamento imobiliário

O financiamento imobiliário é a contratação de crédito para adquirir um imóvel, com entrada, taxa e prazo definidos. No sistema Price, a parcela mensal é fixa e os juros pesam mais no início do contrato.

Utilize nossa Calculadora de Financiamento Imobiliário para estimar a parcela e o custo ao longo do tempo. Informe valor do imóvel, entrada, taxa e prazo. Se o cenário for outro tipo de crédito, confira também a Calculadora de empréstimo ou a Calculadora de financiamento de veículo.

A ferramenta calcula automaticamente o valor financiado, a parcela, o total pago e os juros acumulados para os parâmetros informados.

01Parâmetros

Dados da simulação

Informe valor do imóvel, entrada, taxa e prazo.

Valor do bem, taxa e prazo são obrigatórios e aparecem com *.

Preço total do bem
Valor pago à vista
Informe em %
Tempo total

Ajuste os campos e clique em Simular para atualizar parcela, totais e detalhes.

02Resultado

Resultado da simulação

Confira parcela, totais e juros do financiamento.

Preencha valor do bem *, taxa * e prazo * e clique em Simular para ver parcela, totais e detalhes.

03Evolução

Detalhamento do resultado

Acompanhe a amortização mês a mês no sistema Price.

No Price a parcela é fixa, mas a composição muda: no começo pesam mais os juros; depois, a amortização.

Após simular com dados válidos, você poderá abrir a tabela de amortização (Price) mês a mês.

04Sobre

Sobre esta calculadora

Contexto da ferramenta e referências usadas nesta simulação.

A calculadora de financiamento imobiliário estima parcela fixa no sistema Price a partir do valor financiado, prazo e taxa informados. Serve para comparar cenários de entrada e prazo; o valor real da proposta pode variar por CET, seguros, tarifas e regras do credor. Os resultados não substituem a análise de um profissional especializado.

Vigência considerada:
referência 2026
Última atualização neste site:
10/08/2026
Referências utilizadas
06Exemplo

Veja um cálculo na prática

Um cenário didático do primeiro valor ao resultado final.

Neste exemplo, consideramos um imóvel de R$ 400.000,00, entrada de R$ 80.000,00, taxa ilustrativa de 1,1% ao mês e prazo de 30 anos (360 meses) no modelo Price. O objetivo é mostrar a relação entre valor financiado, parcela fixa, total pago e juros totais no cronograma básico, além de reforçar que o custo mensal real do imóvel inclui despesas de posse fora da parcela.

Exemplo com valores padrão

Valor financiado
R$ 320.000,00
Taxa usada no exemplo
1,1% ao mês (ilustrativa)
Taxa efetiva anual (aprox.)
14,0% a.a.
Prazo
360 meses
Parcela aproximada (Price)
R$ 3.589,93
Total pago nas parcelas
R$ 1.292.375,18
Juros aproximados no período
R$ 972.375,18
Leitura adicional (custo de posse)
Condomínio, IPTU e manutenção não estão incluídos na parcela e devem entrar no orçamento total

Este exemplo é didático: ilustra a mecânica do cronograma tipo Price com taxa constante. Propostas reais podem divergir por CET, tarifas, seguros e arredondamento.

Interpretação

O valor financiado é o preço do imóvel menos a entrada. É sobre esse principal que o cronograma calcula juros e amortização ao longo dos meses.

No Price com taxa constante, a parcela fixa é construída para que, mês a mês, juros sobre o saldo devedor e amortização somem o mesmo valor até a dívida zerar. Por isso a parcela não é “principal dividido por meses”.

Olhar só a parcela esconde o custo total: no mesmo valor e taxa, prazo maior costuma baixar a prestação e subir os juros acumulados — e o contrário vale para prazo menor.

Com R$ 972.375,18 de juros totais sobre R$ 320.000,00 financiados, o custo do tempo e da taxa fica evidente no cronograma básico. Propostas reais podem variar por CET, seguros, tarifas e convenções de cobrança.

Entendendo o cálculo no exemplo

No modelo Price com taxa constante, a parcela R$ 3.589,93 é construída para quitar R$ 320.000,00 ao longo de 360 meses considerando juros compostos sobre o saldo devedor em cada período. O valor financiado não some “em partes iguais”: a cada mês a parcela se divide em juros (sobre o saldo que resta) e amortização (o quanto a dívida efetivamente cai).

O total pago nas parcelas é a soma simples: parcela × meses — aqui, R$ 1.292.375,18. A diferença entre esse total e o principal é uma leitura direta dos juros totais do cronograma básico: cerca de R$ 972.375,18.

A tabela de amortização torna visível a dinâmica mês a mês: no começo, o saldo é alto e a fatia de juros tende a ser maior; com o tempo, a amortização ganha peso e o saldo devedor cai até zerar.

07Dúvidas

Perguntas frequentes

Respostas para as dúvidas mais comuns sobre a simulação.

01A parcela do cronograma básico é a mesma do banco?

Não necessariamente. O cronograma básico considera taxa e prazo informados, sem custos acessórios e variações contratuais. O banco usa contrato real, seguros, tarifas e CET.

02Posso usar FGTS na entrada?

Muitas operações permitem usar o FGTS para entrada ou amortização, conforme regras da Caixa e da Receita. Isso altera o valor financiado e a parcela. Ajuste a entrada no campo para refletir o que você de fato vai dar à vista.

03O que significa “taxa ao ano”?

Se você escolher taxa anual, convertemos para taxa mensal equivalente com capitalização composta entre meses, para manter a mesma lógica de juros mês a mês na simulação.

04Posso financiar 100% do imóvel?

Normalmente há exigência de entrada mínima. Se a entrada for zero, o valor financiado seria o valor total do imóvel — esta calculadora só exige que a entrada seja menor que o valor do bem para haver financiamento.

05A tabela de amortização mostra tudo?

Ela mostra juros, amortização e saldo devedor mês a mês no modelo Price, limitada aos primeiros meses para desempenho. É útil para entender o perfil do financiamento, não para substituir o extrato do credor.

06Vale comparar apenas a parcela inicial entre dois bancos?

Não é suficiente. A comparação deve considerar base de taxa, prazo, sistema de amortização, CET e custos acessórios. Parcela parecida no início pode levar a totais pagos bem diferentes no fim.

07Como considerar custos fora do financiamento na análise?

Inclua no orçamento mensal estimativas de condomínio, IPTU e manutenção, e no caixa inicial custos de aquisição como ITBI e registro. Isso melhora a leitura de sustentabilidade do contrato no longo prazo.

08Como usar cenários para reduzir risco de erro no planejamento?

Monte pelo menos três cenários (base, conservador e adverso) variando renda disponível e despesas fixas. Se o orçamento ficar muito pressionado no cenário conservador, a estrutura do financiamento pode estar agressiva para o seu contexto.

09Financiamento com TR ou IPCA: a simulação com taxa fixa substitui o contrato indexado?

Não. Contratos corrigidos por indexador seguem regras próprias de atualização do saldo e da parcela. Um exercício com taxa constante ensina amortização e sensibilidade a prazo; a proposta indexada exige leitura de cláusulas e CET específicos do credor.

10O que é portabilidade de financiamento imobiliário?

É a possibilidade regulada de transferir o saldo devedor para outra instituição em condições definidas em norma, quando atendidos requisitos. O objetivo típico é melhorar custo ou condições; o saldo e encargos oficiais valem mais que qualquer simulação antiga.

11Posso usar só a calculadora para decidir entre SAC e Price?

Esta calculadora trabalha com parcela fixa (núcleo tipo Price). SAC muda o perfil das parcelas ao longo do tempo; para comparar SAC, use ferramenta ou planilha que implemente o sistema e o CET de cada proposta.

08Relacionados

Ver também

Outras ferramentas do eCalculo que combinam com este cálculo.

Atenção

Este cálculo é apenas uma simulação baseada nos dados informados e nas regras gerais consideradas pelo modelo. Os resultados são estimativas aproximadas e não substituem a análise individualizada de um profissional especializado, nem o holerite, TRCT, proposta contratual ou documento oficial. Também não garantem qualquer resultado financeiro.