Calculadora de empréstimo
Calculadora de empréstimo
Um empréstimo é a contratação de um valor junto a uma instituição financeira, com devolução em parcelas que incluem juros. No modelo Price, a parcela mensal é fixa e o custo total depende da taxa e do prazo.
Utilize nossa Calculadora de Empréstimo para estimar a parcela e o peso dos juros no total. Informe o valor, a taxa e o prazo para ver o cronograma no sistema Price. Se quiser projetar o crescimento de um capital ou simular um imóvel, confira também a Calculadora de juros compostos ou a Calculadora de financiamento imobiliário.
A ferramenta calcula automaticamente a parcela mensal, o total pago e os juros acumulados para os parâmetros informados.
Índice
Dados da simulação
Informe valor, taxa e prazo do empréstimo.
Valor do empréstimo, taxa e prazo são obrigatórios e aparecem com *.
Resultado da simulação
Confira parcela, totais e juros do empréstimo.
Preencha os campos obrigatórios (marcados com *) e clique em Simular para ver parcela, totais e juros.
Detalhamento do resultado
Acompanhe a amortização mês a mês no sistema Price.
Tabela de amortização (opcional)
Valores em reais · composição mês a mês sobre o principal financiado
Depois de uma simulação válida, você pode abrir a tabela mês a mês aqui.
Sobre esta calculadora
Contexto da ferramenta e referências usadas nesta simulação.
A calculadora de empréstimo simula parcela fixa no sistema Price, com finalidade didática. O resultado ajuda a ler prazo, juros e total pago no cenário informado; propostas reais podem divergir por CET, IOF, tarifas, seguros e condições do contrato. Os resultados não substituem a análise de um profissional especializado.
- Vigência considerada:
- referência 2026
- Última atualização neste site:
- 10/08/2026
Referências utilizadas
- Banco Central do Brasil — Educação financeira e séries do Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS)
- Histórico de atualizações no eCalculo
Entendendo empréstimos
Leitura complementar sobre o cálculo e o contexto do crédito.
Veja um cálculo na prática
Um cenário didático do primeiro valor ao resultado final.
Tomamos emprestados R$ 30.000,00 a uma taxa ilustrativa de 2,5% ao mês, com pagamento em 36 parcelas mensais no modelo Price. A ideia é mostrar como a parcela fixa (R$ 1.273,55), o total pago (R$ 45.847,70) e os juros totais (R$ 15.847,70) se relacionam com o principal, e como pequenas variações de taxa e prazo alteram o custo final.
Exemplo didático de cálculo
- Valor emprestado
- R$ 30.000,00
- Taxa usada
- 2,5% ao mês (ilustrativa)
- Taxa efetiva anual (aprox.)
- 34,5% a.a.
- Prazo
- 36 meses
- Parcela aproximada
- R$ 1.273,55
- Total pago
- R$ 45.847,70
- Juros totais
- R$ 15.847,70
- Sensibilidade de taxa (didática)
- Diferenças de poucos décimos ao mês podem gerar variação relevante no total pago no mesmo prazo
- Leitura operacional
- Compare sempre CET, IOF, seguros e tarifas; eles podem mudar o custo efetivo além da parcela
Este exemplo é didático: ilustra a mecânica do cronograma tipo Price com taxa constante. Propostas reais podem divergir por CET, tarifas, seguros e arredondamento.
Interpretação
A parcela fixa deste exemplo não é o principal dividido pelo número de meses: ela resulta da fórmula do Price de modo que, mês a mês, juros sobre o saldo devedor e amortização somem sempre o mesmo valor até zerar a dívida.
Com R$ 15.847,70 de juros totais sobre R$ 30.000,00 tomados, o custo do tempo e da taxa aparece claro no papel: devolve-se o principal e paga-se, a mais, esse montante como remuneração do crédito no cronograma básico — antes de tarifas, seguros e CET, que ficam fora desse exercício numérico.
Se você refizer o mesmo valor e a mesma taxa com prazo mais curto, a parcela sobe e os juros totais tendem a cair; com prazo mais longo, o contrário costuma ocorrer — por isso comparar só a parcela esconde o custo do tempo.
Quem refizer a conta com os mesmos valores (fórmula da parcela fixa e soma das parcelas) deve obter parcela e totais muito próximos aos números acima; diferenças pequenas costumam vir só de arredondamento.
Entendendo o cálculo no exemplo
No sistema Price com taxa constante, a parcela R$ 1.273,55 é o valor fixo que, repetido 36 vezes, quita o principal de R$ 30.000,00 considerando juros compostos sobre o saldo devedor restante em cada mês. Não é “juros sobre o valor inicial” de forma estática: a cada período os juros incidem sobre o que ainda se deve.
O total pago é a soma simples das parcelas: parcela × número de meses — neste exemplo, R$ 45.847,70. Parte disso devolve o que foi tomado emprestado; o que excede o principal é o efeito dos juros ao longo do prazo — aqui, cerca de R$ 15.847,70 em juros totais.
Na primeira parcela, a fatia de juros costuma ser maior porque o saldo devedor ainda é alto; nas últimas, a amortização predomina. Por isso a tabela de amortização é útil: ela torna visível esse deslocamento mês a mês, mesmo sem fazer a conta à mão.
Pequenas diferenças entre uma projeção didática como esta e uma proposta de banco podem vir de arredondamento, convenção de datas de vencimento, CET e encargos não incluídos num modelo educativo simples.
Perguntas frequentes
Respostas para as dúvidas mais comuns sobre a simulação.
01Parcela fixa significa custo fixo até o fim?
No modelo Price a parcela contratual tende a ser fixa, mas encargos extras, atraso e custos administrativos podem alterar o valor efetivo pago.
02Posso antecipar parcelas e reduzir juros?
Em geral, sim. A antecipação costuma reduzir juros futuros, conforme regra contratual da instituição.
03Vale comparar só a taxa mensal?
Não. O ideal é comparar o CET e o valor total pago para entender o custo real do empréstimo.
04É melhor escolher parcela menor ou prazo menor?
Depende do seu fluxo de caixa. Parcela menor traz folga mensal, mas geralmente aumenta juros totais. Prazo menor exige parcela maior e tende a reduzir custo final.
05Posso usar esta simulação para consignado, pessoal e crédito com garantia?
Sim, como referência matemática de parcela fixa. O custo real muda conforme produto, convênio, garantias, seguros e regras de cada instituição.
06A taxa ao ano muda muito em relação à taxa ao mês?
Pode mudar bastante. A conversão entre anual e mensal com juros compostos não é linear; por isso usamos taxa mensal equivalente para manter consistência.
07Se eu atrasar parcela, este cálculo continua válido?
A simulação representa cenário sem atraso. Em inadimplência podem entrar multa, juros de mora e encargos contratuais, alterando custo e saldo devedor.
08Como saber se a parcela cabe no meu orçamento?
Considere despesas fixas, metas de poupança e margem para imprevistos. Se a parcela comprometer demais a renda, vale reduzir valor, taxa ou prazo e simular novamente.
09Duas propostas com parcela parecida podem ter custo final diferente?
Sim. Mudanças em prazo, CET, tarifas e seguros podem manter a parcela em faixa próxima, mas aumentar (ou reduzir) bastante o total pago ao fim do contrato.
10Como fazer uma comparação mínima entre propostas de empréstimo?
Padronize cenário (mesmo valor e prazo), compare CET na mesma base temporal, verifique IOF e encargos, e confronte o total pago projetado. Sem padronização, a comparação fica enviesada.
11O que observar para evitar estresse financeiro após contratar?
Além da parcela, teste o orçamento com cenário conservador (queda de renda ou aumento de despesas). Se não houver folga para imprevistos, a estrutura pode estar agressiva para seu contexto.
12Por que o valor que cai na conta é menor que o valor do empréstimo?
IOF, tarifas e seguros podem ser descontados do liberado ou incorporados ao fluxo, conforme o produto. O contrato e o comprovante de crédito mostram o líquido; o CET resume o custo efetivo incluindo esses itens.
13Existe portabilidade de empréstimo pessoal como a do consignado?
Regras variam por produto e por época normativa. Portabilidade é comum em linhas específicas (ex.: consignado em certas condições). Confirme no credor de origem e na proposta de destino se a operação é elegível e qual o saldo considerado.
14Refinanciar para baixar a parcela é sempre vantajoso?
Não automaticamente. Alongar prazo ou capitalizar saldo pode reduzir a prestação atual e, ao mesmo tempo, aumentar o total de juros no longo prazo. Compare CET e total pago no novo horizonte antes de decidir.
Ver também
Outras ferramentas do eCalculo que combinam com este cálculo.
Este cálculo é apenas uma simulação baseada nos dados informados e nas regras gerais consideradas pelo modelo. Os resultados são estimativas aproximadas e não substituem a análise individualizada de um profissional especializado, nem o holerite, TRCT, proposta contratual ou documento oficial. Também não garantem qualquer resultado financeiro.
